A arquitetura e a polarização
A arquitetura, como agente modeladora do espaço, tem o poder de atribuir significados e criar relações entre o homem e o ambiente em que esse está inserido.A medida em que são estabelecidas essas conexões, pequenos grupos são gradativamente formados, tendo em vista a semelhança das experiencias desfrutadas promovidas por determinado espaço.Todavia, ao mesmo tempo em que esses círculos de relacionamento se expandem, eles também se fecham frente a outros, acarretando em uma polarização primeiramente ideológica e posteriormente espacial.
Dessa forma, sobretudo nos grandes centros urbanos, é possível observar uma segregação do espaço atuando nos mais diversos âmbitos, o que dificulta o diálogo e a consequente convivência harmônica dentro da sociedade.Esse fenômeno pode ser claramente percebido quando se observam os polos culturais das grandes cidades.Frequentados por uma parcela restrita de pessoas, esses locais (museus, teatros, galerias, etc) se tornam pontos de aglomeração de um determinado estereótipo que, com raras exceções, compartilham de uma mesma ótica mundana, em contrapartida aos demais cidadãos que se sentem ali deslocados por uma série de fatores.
Dessa forma, sobretudo nos grandes centros urbanos, é possível observar uma segregação do espaço atuando nos mais diversos âmbitos, o que dificulta o diálogo e a consequente convivência harmônica dentro da sociedade.Esse fenômeno pode ser claramente percebido quando se observam os polos culturais das grandes cidades.Frequentados por uma parcela restrita de pessoas, esses locais (museus, teatros, galerias, etc) se tornam pontos de aglomeração de um determinado estereótipo que, com raras exceções, compartilham de uma mesma ótica mundana, em contrapartida aos demais cidadãos que se sentem ali deslocados por uma série de fatores.
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